“A MAIOR DE TODAS AS IGNORÂNCIAS É REJEITAR UMA COISA SOBRE A QUAL VOCÊ NADA SABE."

domingo, 13 de fevereiro de 2011

A morte



Este arcano tem sido muito mal interpretado em geral, claro que em si a figura da morte não nos remete a uma figura tranquila e simpática. Talvez por ser a única e primeira certeza constatável em nossa senda da evolução a morte nos causa uma certa angústia e fascínio. Talvez esse sentimento acerca da morte seja por ser ela inevitável e por marcar um último acontecimento do qual ninguém pode escapar. No entanto a morte não existe no absoluto, ela é simplesmente uma das duas fazes da vida Cósmica. É tão somente a ignorância e incompreensão do que é a morte que gera o desespero das pessoas quando se fala nela. Claro que quando um ente querido morre, nós sofremos pela sua ausência e a certeza de que só o veremos novamente depois que nós também morrermos.

Em geral seus significados quando aparecem em um jogo são, positivos: Mudança, transformação, colheita, proveito, benefício, vantagem, lucro, acabar, conclusão, advento, ou negativos: Suspensão, perda, detenção, fim, ruptura, mudança ou obstáculo imposto pelas circunstâncias.

Existem aqueles que não creem na vida após a morte, pra esses a morte seria um fim para os problemas e um cerceamento à felicidade, no entanto a Morte é tão somente uma mudança de vibração, deixamos esse veículo (corpo) e continuamos a viver sem ele. Mesmo ainda neste corpo podemos constatar em alguns estudos, exercícios teóricos e práticos a dualidade da vida e que há vida fora da matéria.

Como já sabemos o simples fato de falarmos, nascimento, nascimento, nascimento, não causará o nascimento de uma criança, da mesma forma ocorre com a morte, não é o fato de falarmos em morte que ela ocorrerá ou anteciparemos seu acontecimento; não se deve confundir a criação mental, que envolve processos mais complexos, com o simples dizer.

Bom passemos a falar então acerca do número em si, o numero treze é o símbolo relacionado a sorte e azar mais conhecido, e que tem as opiniões mais divididas em quantos muitos o acham como um símbolo de azar outros tantos o tem como amuleto de sorte, os asteca consideravam o numero treze como um numero fundamental para o ciclo de seu calendário.

De todos os instrumentos de medição que a humanidade usa, o mais aceito sem nenhum tipo de restrição é o atual calendário gregoriano.


Como iniciou-se esta medição? – No ano 3113 ac, no antigo Egito, em um momento limitante, dividiram um círculo em doze partes de 30 graus cada, adicionando mais 5 graus para fechar um ano solar de 365 dias e a partir daí, iniciou-se a contagem do tempo tridimensional. E a última e atual versão deste calendário, foi instituída pelo papa Gregório XIII, daí a denominação calendário gregoriano. Este calendário hoje, rege a vida sócio-econômica de todo o planeta.

Mas já que anteriormente falamos nos Maias, Os Maias usavam 13 números (chamados de tons) para identificar os 13 fluxos de energia em estado puro que emanam em espiral de forma grandiosa de nosso Criador, sustentando e desenvolvendo todas as criaturas. Estes 13 fluxos de energia se deslocam por nossa realidade na forma de freqüências pulsantes. Eles se misturam e interagem uns com os outros de modo muito precioso. São responsáveis pela criação da matéria em nosso mundo tridimensional.

Treze é o número de Deus porque contém a totalidade destes treze fluxos de energia criativa. Como sabem, o número 13 era reverenciado por várias civilizações antigas; em nossa história recente, havia 12 apóstolos e Jesus (Sananda) formando o 13º, como representante da energia divina.



O símbolos usados pelos Maias para descrever essa realidades de energia representam portais para esta força que personificam. O FATO DE SIMPLESMENTE OLHAR PARA OS SIMBOLOS DO CALENDÁRIO MAIA PODE DESENCADEAR UMA RESPOSTA CORPORAL EM NÍVEL SUTIL, DE SUBPARTICULAS NUCLEARES. TRATA-SE DE UMA FORMA MUITO SOFISTICADA E PODEROSA DE GEOMETRIA SAGRADA ATUANDO EM NÓS.

O Calendário Maia desenvolve sutilmente nossa mente levando-a uma freqüência mais elevada, que a torna telepática. Está telepatia criará e modificará a matéria nos ligando a uma dimensão superior de realidade, na qual a comunicação acontece por meio do fluxo de energia.

Utilizar os símbolos do Calendário Maia é como saber o número de telefone correto para discar sua ligação galáctica com a Fonte. Cada um dos 260 Kins é por si só uma meditação, que tem o propósito de deixa-los entrar em contato com a mente Pura.

Os códigos (selos) não devem ser entendidos com mente analítica, racionalmente. Eles estão além da nossa compreensão lógica, não sendo necessário serem "entendidos".
A interpretação racional corresponderia ao seu ego dando uma opinião analítica. Fazendo isso a maioria pensa encontrar um atalho fácil mas, na realidade, estaria se esquivando de entrar na correta freqüência quadrimensional.

Os Maias proporcionaram maravilhosas interpretações para nosso calendário Galáctico. Eles usavam os 13 números que denominaram tons, para identificar os 13 fluxos de energia vinda do criador que espiralam para este universo. Estes 13 fluxo de energias estão representados em nosso corpo ou melhor, em nossas 13 grandes articulações.
Estas freqüências criadoras se deslocam para nossa realidade e interagem de um modo muito preciso, criando a matéria em nosso mundo da forma. O Treze é considerado o número de Deus porque contem a vibração destes trezes fluxos de energia criativa.


O que dá movimento ao nosso corpo são as 13 articulações principais (6 correspondentes aos membros do lado esquerdo, 6 aos do lado direito e a superior da cabeça) e da mesma forma os treze tons transferem movimento aos 20 vinte selos que estão por sua vez representados pelos dedos das mãos e dos pés. Portanto, o corpo humano possui embutidos os códigos da criação que governam os aspectos espirituais e tridimensionais da vida.
Tudo é número. Deus é número. Deus está em tudo. Treze é o número da sabedoria cósmica de Deus, perfeito em seu poder de criação e mudanças. Sete é a diferença entre treze e vinte. Sete é a perfeição mística entre um e o treze.
Brinque na freqüência criadora do 13 em seu dia a dia e experiencie a beleza da arte criativa da mente superior no agora.
Deus está em você, ele é você e no início Deus geometrizou.

Muitos acreditam que a lenda que originou “o medo” do número 13 teve seu início em um banquete dos deuses nórdicos, onde 12 divindades participavam. Loki, o Deus do fogo, resolveu se vingar por não ter sido convidado e enganou um Deus cego para que ele ferisse Baldur (o Deus solar e preferido do pai de todos os Deuses). Daí a crença de que um jantar com 13 pessoas não traz boa sorte.

E por falar em problemas na hora de um jantar, na Última Ceia, que aconteceu na véspera da crucificação de Jesus, havia 13 pessoas à mesa. Os 12 apóstolos e a 13ª pessoa que era Judas, o traidor de Jesus. Mais uma vez, o número 13 aparece associado à morte, o que acabou fortalecendo a crença de má sorte. Também crê-se que o 13° era Jesus, o que morreu.

Outrora, na Provença, o Natal era festejado com treze sobremesas; na Romênia, com treze pratos de peixe.

Foram os treze primeiros Estados Unidos da América, que tomaram a iniciativa histórica de uma "Declaração dos Direitos do Homem". A primeira bandeira dos Estados Unidos tinha treze estrelas e treze listas vermelhas e brancas.

No Concílio Vaticano II, o famoso Schéma XIII foi considerado um dos documentos determinantes, que marcou, no que concerne aos debates e à entrada da Igreja em uma nova era, "a passagem para um outro plano".

Há doze signos do zodíaco, com o Sol no centro. O número 13 é sagrado, assim como quaisquer de seus múltiplos. Identifica um iniciado ou alguém que renasceu através dos poderes mentais da transmutação. O número 13 é preservado nas medidas da Grande Pirâmide.

Astrologicamente, a carta treze do Tarô, a Morte, é vista por alguns como regida por Escorpião, que governa os órgãos de reprodução, o nascimento, a morte e a transformação. Outros atribuem-lhe os planetas Urano e Saturno. É a foice que, ao cortar os testículos de Urano, fertilizou o mundo com vida avassaladora. É a imparcialidade fria, violenta e visceral de Urano, em conflito com a severidade e persistência de Saturno.

A décima terceira letra do alfabeto hebraico, mem, tem como valor numérico 40. Quarenta está ligado à purificação: o povo judeu errou quarenta anos no deserto (Êxodo), Jesus jejuou quarenta dias, a Quaresma dura quarenta dias (e termina com a Ressurreição). Treze e quarenta estão ligados nessa noção de "morte a si mesmo" e de "renascimento espiritual". Treze, 1 + 3 =4. Quarenta, 4 + 0 = 4. Quatro é o ressurgimento para uma nova vida, a concretização e a matéria. VIDE ARCANO IV


No tarô bíblico este arcano é simbolizado por Lázaro que conheceu a Morte e voltou a vida. Mitologicamente faz-se referência a Tanatos, Hipnos (o sono) e aos filhos da Noite (Nyx).

Um dos motivos para o trauma como número 13 também foi a morte de Jacques DeMolay , pois foi numa sexta-feira, 13 de outubro de 1307, que Felipe IV mandou prender todos os Templários da França e o seu Grão Mestre, Jacques DeMolay, os quais submetidos a inquisição, foram por esta acusados de hereges e queimados até a morte., Enquanto DeMolay queimava na fogueira, ele disse suas últimas palavras:
"- Nekan, Adonai!!! Papa Clemente... Cavaleiro Guillaume de Nogaret... Rei Filipe; Intimo-os a comparecerem perante o Tribunal do Juiz de todos nós dentro de um ano para receberdes o seu julgamento e o justo castigo. Malditos! Malditos! Todos malditos até a décima terceira geração de suas raças!!!

Após essas palavras, Jacques DeMolay, inclinou a cabeça sobre o ombro e entregou sua alma ao Pai Celestial.

Quarenta dias depois, Filipe e Nogaret recebem uma mensagem: "O Papa Clemente V morrera em Roquemaure na madrugada de 19 para 20 de abril, por causa de uma infecção intestinal", Filipe e Nogaret olharam-se e empalideceram.

Rei Filipe IV, o Belo, faleceu em 29 de novembro de 1314, com 46 anos de idade, quando caiu de um cavalo durante uma caçada em Fountainebleau.

Guillaume de Nogaret acabou falecendo numa manhã da terceira semana de dezembro, envenenado.

Mors non finis, sed medium aeternum.

Segue um vídeo que trata bem do tema: http://www.youtube.com/watch?v=8nrrOumKYN4

Leonardo Rocha '.'

2 comentários:

  1. Perfeita interpretação ,congratulações! O tema morte ,particularmente me fascina começamos a morrer quando nascemos, e vivemos quando morremos.

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  2. Pra te provar que eu vim aqui e li! rs
    Vc escreve muito bem, gostei do blog.
    Voltarei mais vezes!
    Bj

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