“A MAIOR DE TODAS AS IGNORÂNCIAS É REJEITAR UMA COISA SOBRE A QUAL VOCÊ NADA SABE."

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Da Evolução

As vezes me pego a pensar, porque a maioria das pessoas não gostam da solidão. O fato de estarmos só conosco mesmo faz com que nos encontremos com nosso interior, com nosso "Homem velho" cheio e vícios e imperfeições. Sentimos vergonha, vergonha de descobrir que somos assim, imperfeitos... É cômodo procurarmos um lugar que diga-nos que basta temer e/ou seguir determinados preceitos e estaremos salvos... É simples e e como o castigo imposto pelos pais quando somos crianças, o eterno sofrer como punição. As crianças têm medo do mercado de trabalho com todos os seus "símbolos" ferramentas e recursos e por isso preferem, brincar de massa de modelar e estudar suas tarefas que não exigem muito de seu cérebro.
Existem as pessoas que cresceram um pouco mais e preferem conhecer o mercado de trabalho e suas ferramentas para bem proceder, buscam estudar os seus símbolos e como todo tipo de conhecimento, traz responsabilidades. Essas responsabilidades nos mostram que não estamos mais sob a proteção tão intensa da mãe como antes na infância... temos sim nossos pais e que devemos obedecer suas leis, mas depois de adultos não temos mais os castigos que temíamos quando criança, agora submeter-nos-emos às Leis de nossos Pais.

Traçando um paralelo, com nossa vida vemos quantas pessoas permanecem na infância mental temendo e se submetendo à dogmas punitivos. São obrigados a ver na paternidade uma Moral rígida, como de outrora em um livro antigo escrito para aquela época o que já não recebem como crianças em termos físicos.

Por isso enxergo que o o crescimento da humanidade é individual embora nos seja sempre aconselhado a ajudar-mos uns aos outros, a compreensão é algo individual e não se pode lançar a níveis superiores de consciência alguém que ainda não está preparado.
É como dar churrasco à uma criança de 1 ano.

No meu interior tenho a possibilidade de trabalhar com os símbolos estar cônscio de minhas responsabilidades para comigo e com o próximo, utilizando das ferramentas que adquiro fora para trabalhar dentro. Enterrar os vícios em masmorras e construir Templos de virtudes em meu templo interior é algo que exige o repouso silente da mente e quietude de nossas preocupações.



Leonardo Rocha '.'



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